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Governos por Aécio E. César

Senhoras e senhores,

Governos… Querendo ou não somos regidos por eles. Os governantes ditam leis independentemente se os seus governados aceitam-nas ou não. Agora pergunto: Isso é democracia ou uma ditadura, agora, civil?

Reconheço que política, religião, futebol entre outros gostos não se discutem. Não estarei aqui para criar polêmicas desnecessárias. Mas também não posso ser conivente com a barbárie que grassa em nosso país.

Muitos evitam de falar principalmente sobre política e religião. Tem o meu respeito. Fogem à léguas de distância. Mas não devemos aceitar tudo goela a baixo. Creio que o silêncio em muitas ocasiões às vezes é necessário. Exemplo maior foi o Cristo diante de Pilatos quando esse lhe perguntou o que seria a Verdade. Em contrapartida, muitos que falaram a verdade foram assassinados. Será que o silêncio de poucos é a sepultura de muitos?

Entre os governantes e governados existe um enorme abismo onde ninguém poderá atentar contra as leis por eles – governantes – criadas. Assim muitos pensam. Estão certos agindo dessa forma?

Sabe-se do caos reinante quando a Igreja tinha o poder nas mãos. Lembram-se de quantas mortes estão em suas costas? Já pensou limitar a nossa liberdade de expressar, de sentir, de locomover, reconhecendo que os governos sobre nós, grassam uma disputa de poder punitivo onde qualquer um estará sujeito a morrer de uma hora pra outra? Milhares de pessoas saem de casa para trabalhar, mas não sabem se voltam a ela, vivos.

Ahh!!! Esse poder… O quanto ele fascina aqueles que não conseguem dominá-lo. Como muitos são manipulados por ele e mesmo assim, se sentem poderosos! Pobres coitados. Não sabem que esse poder é, muitas vezes, assegurado por entidades invisíveis bem mais inteligentes, com um poder mais amplo, em que esse pobres mortais se tornaram em marionetes – na Terra quanto no Além – num jogo de gato e rato. E quem ganhará nessa caçada?

É fato que existem dois governos fortes regendo muitos corações excomungados do verdadeiro raciocínio, esse, objetivo e transparente. Como acreditar em representantes de religiões que, se encontram assentados em dinheiro, que no passado, custou a vida de mulheres, homens, velhos e crianças sob o pretexto da vontade de um deus insaciável e cruel? Como divulgar campanhas de fraternidade a favor dos menos favorecidos em que muito pouco se faz diante dos bancos abarrotados de centenas de milhares de dólares e euros? Que sentimento é esse, meu Deus, desses líderes religiosos que não conseguem dar o exemplo como assim fez Jesus? Onde a Caridade? Onde a Igualdade? Onde a Fraternidade? Onde a cristandade? Onde….?

Por sua vez, a política vem mostrando suas garras em um poder sanguinário, antissocial, onde a deusa Thêmis da justiça humana, é representada por uma mulher que, além de cega é surda. Já prestaram a atenção nesse detalhe? Cega em não querer enxergar a impunidade de um país que se diz democrático e surda aos apelos de milhares de almas desterradas da sua Jerusalém agora sitiada pelas força do poder e do autoritarismo sob o comando de forças trevosas.

Vale ressaltar aqui, que essa Thêmis não tinha os olhos vendados quando da sua criação. Isso foi maculada “no século XVI, os alemães, colocaram uma venda em Thêmis para indicar a imparcialidade... (1)” (?!?!) Em que sentido? “A obra construída em Brasília (estátua da Justiça) por Alfredo Ceschiatti teve como objetivo adornar o STF, que foi idealizado pelo arquiteto Oscar Niemeyer”(2). Com todo meu respeito aos dois, mas creio que, tanto um como outro pecaram e muito nesse intento. De onde eles tiraram essa mulher sem a balança que significa equilíbrio? Não o haveria no Brasil para isentá-la de tal instrumento? Por que não retirar as vendas dos olhos como assim ela foi criada? E por que ela se encontra assentada se ela na realidade foi esculpida de pé? Cansou de esperar o cumprimento da sua própria justiça? Mas, segundo o autor Rudolf Von Ihering disse que: “… A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança (3)”. (1,2,3 – site: www.jus.com.br) Se a espada sem a balança é a força bruta, o Brasil está entregue a uma guerra de interesses.

Chegando ao meu objetivo dos comentários dessa semana sobre governos, vejamos o que Gúbio nos diz a respeito deles, existentes também nas trevas por onde eles se encontravam no momento, relatado por André Luiz no livro “Libertação”, no seu capítulo IV pela mediunidade de Chico Xavier: “… esse grande empório – a cidade estranha, vale ressaltar -, de padecimentos regenerativos permanece dirigido por um sátrapa de inqualificável impiedade, que aliciou para si próprio o pomposo título  de Grande Juiz assistido por assessores políticos e religiosos tão frios e perversos quanto ele mesmo (…) assenhoreando milhares de mentes preguiçosas, delinquentes e enfermiças”. E eu completo aqui: tanto nessa cidade estranha, quantos se afinam com eles na superfície da Terra? Creio que aqui não preciso discorrer muito, segundo um provérbio popular que diz: Para um bom entendedor, pingo é letra. Ops… pingo NÃO é letra. Vale a correção aqui. E nessa dinâmica de governos, você já consegue pensar com a própria cabeça, Leitor Amigo?

03/02/2022 – Até a próxima quinta-feira pessoal.

Aécio Emmanuel César
Médium de psicografia desde 1990, tarefeiro espírita na cidade de Sete Lagoas/MG.

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