Vindo até nós, os irmãos espirituais, residentes em regiões etéreas do Cosmo, sofrem, eles, os chamados choques vibratórios?

Sim. De fato, eles existem, em que esses beneméritos amigos da Espiritualidade Superior se sustem para se aproximar de nós para nos dar o alento, um suporte indispensável para a nossa caminhada terrena, desde que, para isso, tenhamos sintonia e muita fé em Deus.

André Luiz nesse novo Cap. três, relatado no livro “Obreiros da Vida Eterna”, no lápis de Chico Xavier, fora convidado a participar de uma reunião em que viria até a colônia “Santuário da Benção”, um Espírito de alta envergadura no sentido de orientá-los com ensinamentos bastante proveitosos.

Cornélio, o orientador da casa disse aos presentes ali reunidos:

“Colocando-se ao nosso encontro, os Mensageiros do Pai exercitam o sacrifício e a abnegação…

Creio que não é fácil vir até nós esses Espíritos superiores. Através de uma renúncia inimaginável, eles descem às nossas esferas inferiores no desejo único de nos passar certos apontamentos que, quando aproveitados, ganhamos muito como bagagem evolutiva.

Continuando:

“… sofrem os choques vibratórios de nossos planos mais baixos…

Cada plano com a sua carga vibratória. Cada vez mais baixo o plano, essa carga vibratória produz, para Espíritos acima dele, seus respectivos impactos vibratórios.

Com uma formação intelectual, moral e espiritual, fortalecida no Amor Incondicional, esses Arautos incansáveis se submetem a eles para chegarem até nós.

É que, na nossa posição, impossível é imaginar esses planos mais evoluídos que o nosso. Seguindo à sua explicação, o instrutor acima elucida:

“… retomam a forma que abandonaram, desde muito,…

Importante tal citação. A cada nível evolutivo o Espírito vai perdendo aos poucos a forma humana pela qual nos serve como ponto diretivo até perdê-la por completo.

Os muitos corpos que nós utilizamos para manifestação, como por exemplo, o corpo físico, o duplo etérico, o perispírito, o corpo mental entre outros desconhecidos por nós, vão se lapidando, se moldando à sua composição mais pura que conhecemos: essências luminosas.

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E termina sua locução de forma simples mais concisa:

“Fazem-se humildes como nós, (…) dignam-se ignorar-nos as fraquezas a fim de que nos tornemos partícipes de suas gloriosas experiências…

Como podemos notar a Bondade do Pai é infinita com Seus filhos. Quanto mais evolui o Espírito, mais ele se preocupa com aqueles que ficaram na retaguarda. E não poderia ser de outra forma.

Reconhecem a nossa precariedade espiritual, a nossa pequenez de ser impossível irmos de encontro a eles nas regiões resplandecentes, se tornando por alguns momentos, humildes como nós, deixando de lado as nossas indigências, aquelas que nos prendem tanto ao mundo que nos é, ainda, de direito.

Muito simples e objetivo o raciocínio até aqui, não acha Leitor Amigo? Cap.3

Aécio Emmanuel Cesar

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