Você alguma vez já parou para pensar que “Seria crime amar alguém com excessos de ternura?”. Com certeza é um tema delicado a primeiro exame mas que tem conotações bastante diversificadas quanto se trata aqui de uma psicose afetiva. Essa pergunta foi feita por André Luiz em visita a uma mulher desorientada que procurou o suicídio – mas em vão – porque se entregou a um jovem rapaz que depois de ajuda-lo a crescer na vida e tornar-se um médico, arrumou outro partido interessado em fortuna e glória, deixando-a a ver navios.

            Esse relato se encontra no livro de sua lavra “No Mundo Maior”, no capítulo 13, intitulado “Psicose Afetiva”, na mediunidade de Chico Xavier onde além dessa, outras perguntas se fizeram: “Onde jazia a Justiça do Céu, que não lhe premiava os sacrifícios de mulher dedicada à paz doméstica?”. Duas perguntas que muito nos tem para analisar com presteza e atenção, pois é o que mais acontece na vida de muitas mulheres.

            Devemos reconhecer que na Criação Divina sempre a escassez de amor quanto o seu excesso prejudicam qualquer alma que lhe tenta procurar, dessa forma, um alento. Irá, sim, absorver tão somente um clima de apego doentio que em nada irá proporcionar além de tédio, ansiedade, depressão e morte.

            Tudo tem equilíbrio na Natureza e se alguém procurar desvirtuar os conceitos de Deus, com certeza sofrerá as consequências, pois na Criação tudo é perfeito. O amor nos tempo atuais foi substituído ou caracterizado pelas paixões doentias em que nada se iguale e que lhe seja superior. O amor é sentimento nato a todo ser humano, embora este procure se adequar ainda aos vícios que as paixões delibera não saciando-o plenamente e é onde encontramos infidelidades tanto do homem quanto da mulher.

            O machismo quanto o femismo se acham ainda presentes na vida de muitos homens e de muitas mulheres. A posse doentia não foi ainda controlada. A mulher, quanto alguns homens, continuam sendo uma mercadoria qualquer. E, ao contrário que se pareça tanto um quanto outra se adaptam a tal escravidão, pois que a paixão e não o amor lhes falam mais alto.

            Tanto o homem quanto a mulher não conseguem viver sozinhos, contudo, todo apego é pois engrenagem que destrói qualquer sentimento mesmo aquele originado de uma vontade mais liberal, pois que ela ou ele podem ou não se adequarem às necessidades afetivas mais prementes. Toda enfermidade produz feridas na alma que é automaticamente direcionada ao corpo físico ou vice-versa. Por isso os filósofos da antiguidades nos alertaram a respeito quando disse, um deles: “Conheça-te a ti mesmo”. Comigo, Leitor Amigo?

Ari Rangel Aécio Emmanuel César
Médium de psicografia desde 1990, tarefeiro espírita na cidade de Sete Lagoas/MG.

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