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            Todo vício que alimentamos, sempre atrairá para a nossa companhia, seres invisíveis que compactuarão também com eles tornando-nos em taças vivas dos seus desejos mais nefandos O pior é que uma grande maioria não acredita na existência deles. Triste, não?

            Nessa semana, o Instrutor Calderaro encontra a pessoa tal qual procurava. Um senhor de quarenta e cinco anos se entregando à bebida sem controle. Esse trecho é narrado pelo espírito André Luiz no livro “No Mundo Maior”, no seu capítulo 14, “Medida Salvadora”, pela mediunidade de Chico Xavier. Vejamos o que ele nos diz sobre as entidades que lhe faziam o séquito: “Em derredor, quatro entidades embrutecidas submetiam-no aos seus desejos”. Aqui nosso narrador comprova a existência dessas entidades as quais milhares de pessoas não acreditam na sua intervenção com os vivos do mundo físico.

            Mais adiante temos outra citação importante: “… alternadamente, uma a uma, ia se revezando para experimentar a absorção das emanações alcoólicas, no que sentiam singular prazer”. O espetáculo com certeza devia ser repugnante não é mesmo? Imaginemos entidades desse jaez revezando boca a boca com bêbados para suprir-lhes suas deficiências orgânicas. Se todos pudessem ver tal cena, com certeza nem pensariam em beber nenhuma bebida alucinógena. Tem certas coisas que o ser humano procura passar sem necessidade alguma diante do crescimento espiritual, mas sim, estacionando nos cômoros da beberagem viciante.

            André absorto com o que via, boquiaberto, perguntou ao Instrutor solícito: “Estaríamos diante de um homem embriagado ou de uma taça viva, cujo conteúdo sorviam gênios satânicos do vício?”. Realmente o cenário ali era pavoroso diante da reação do ex-médico. E, analisando a sua pergunta afirmamos que é as duas situações negligenciadas pela fonte do vício a alimentar encarnado e desencarnado.

            Esse alambique humano terá valia até quando o corpo físico aguentar tanta bebida. Depois de consumir todas as energias, simplesmente, seus verdugos procurarão outras vítimas, que muitas vezes também, aguardavam o desencarne para se juntar a eles como párias sem direção.

            Muitos que se entregam a esse vício também conseguem ver essas entidades lhes maquinando a mente para sacia-los sem nenhuma reserva. O seu mundo mental é sempre compartilhado com esses que debandam nessa armadilha quase sem volta. E sentem o inferno sem estar nele precisamente, por enquanto.

            No caso desse senhor, ele vendo as entidades, começou a pedir socorro àqueles outros que se encontravam à sua volta. Elas, gargalhavam da triste situação, instigando-lhe mais pavor e mais medo. Muitos, nessa situação podem ser tornar loucos além de estarem sob o domínio cruel delas. Muitos devem estar pensando: Ah são demônios – esses criados inadvertidamente pelo Criador – que veio atazanar a vida dos homens. Não é bem assim. Esses tais “demônios” nada mais são que homens viciados destituídos do corpo físico que não conseguiram se desligar dos vícios mesmo estando em outra dimensão de vida. É… Quem seria quem mais necessitado nesse frenesi de vontades, Leitor Amigo? Saberia distingui-los?

Aécio César Aécio Emmanuel César
Médium de psicografia desde 1990, tarefeiro espírita na cidade de Sete Lagoas/MG.
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