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            Você alguma vez já parou para pensar que o ato de dançar pode ser tão santificado como o ato de orar? Devemos considerar aqui que não iremos falar especificamente de danças, mas daquelas outras que envergonhariam até mesmo os animais se pudessem, por um átimo de raciocínio, assistirem a tais diversões ditas humanas.
            Diante desse pensamento, vamos analisar bem o que Calderaro esclarece a André Luiz quando eles se dirigiram a um ambiente dançante onde se encontrava o amigo transviado da semana passada. Esse relato está no livro “No Mundo Maior”, no capítulo 14, intitulado “Medida Salvadora”, pela psicografia do saudoso médium Chico Xavier.
            A indiferença dos homens e a leviandade das mulheres nesse lugar espantou André Luiz. E o assistido do instrutor acima relata: “Os bailarinos não bailavam sós, (…) mas correspondiam no ritmo açodado da música inferior, a ridículos gestos dos companheiros irresponsáveis que lhes eram invisíveis. Atitudes animalescas surdiam aqui e ali, e de quando em quando, gritos histéricos feriam o ar”.
            De tempos em tempos notamos as diversidades de estilos musicais. Pergunto ao Leitor Amigo: Esses estilos musicais melhoraram ou pioraram com o passar dos tempos? Creio que não preciso especificar o tipo de estilo que estamos convivendo com ele atualmente, não é mesmo?
            No lugar onde se encontravam, Calderaro continuou a esclarecer André Luiz: “O bailado e o prazer nessa casa significam declarado retorno aos estados primitivos do ser com iniludíveis agravantes de viciação dos sentidos, (…). “onde homens e mulheres dotados de alto raciocínio, assumiam atitudes de que muitos símios  talvez se pejassem”. Profundas tais palavras, não é mesmo?
            Sempre digo que uma porcentagem de seres humanos tem grande facilidade de adotar, na sua personalidade, vícios em que todos eles irão transformá-los em primitivos humanoides deslocados da realidade da vida de Homo sapiens sapiens.
            Não se tem mais aquela atração rosto com rosto colado, onde casais enamorados, abraçadinhos, mal, mal, saiam do lugar quando daquelas músicas românticas. É… O mecanismo do progresso dita normas para frente e para o alto, mas tem uma gama de seres humanos que ainda não se adequaram à uma mudança em seu estilo de vida. E, quanto ao estilo de música, tornam-se, esses, em ventríloquos de entidades inferiores que saciam prazerosamente seus vícios, através dos seus vassalos, ou melhor dizendo, de suas “mulas”.
            A vida realmente continua? Perguntarão muitos. E eu respondo: Sim. Mesmo que não queiram aceitar ou que ignoram tal realidade, a Vida Imortal reina no Infinito de Deus indiferente dos “será” e dos “talvez” de muitos que se acham sábios diante da ignorância que não querem aceitar. Comigo Leitor Amigo?
Ari Rangel Aécio Emmanuel César
Médium de psicografia desde 1990, tarefeiro espírita na cidade de Sete Lagoas/MG.

 

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