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Como atuaria a Justiça Divina em nós, seres alquebrados de tanta alimentação mental indigesta? É o que veremos nos estudos do livro “Obreiros da Vida Eterna”, ditado pelo espírito André Luiz pelo saudoso médium psicógrafo Chico Xavier.

A médium clarividente Luciana escarafunchou profundamente o corpo mental do padre Domênico e segundo Zenóbia, a diretora da Casa Transitória, ele vinha melhorando gradativamente.

E a seu pedido, o padre Hipólito que fazia parte do grupo socorrista que se encontravam no Abismo, também semeava novas ideias àquele coração mergulhado nas sombras dos próprios débitos.

E depois de um ensaio com as palavras, o padre Domênico indagou:

Ah! Existe então a Justiça Divina, anotando-nos as faltas?”.

E com inflexão de piedade, comentou Hipólito:

Trazemos na própria consciência o arquivo indelével dos nossos erros”.

Muita coisa há de que falar sobre essas citações do livro acima citado. Muitos de nós só reconhecemos a Justiça Divina em nós quando regressamos para o mundo espiritual depois da morte do corpo físico. E esse reconhecimento vem sempre coberto de revolta pela ignorância que fazemos dela quando vivos no meio dos homens.

O quanto antes, deveremos ajuizar nossa consciência através de bons pensamentos, boas palavras e atos dignos por nós execrados.

Uma Doutrina reveladora, qual seja a Doutrina Espírita nos faz repensar nos antigos dogmas que tínhamos sobre a Bondade de Deus. Através do Espiritismo com Jesus já entendemos melhor o tino que dela teremos que praticar, embora muitos fieis ainda não se adequaram aos seus parâmetros de luz.

Como é difícil extrair de nós tantos desenganos, tantas ilusões, tantas quedas, quando aferimos esclarecimentos abalizados pelo lionês Allan Kardec!

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O Pentateuco Kardequiano nos conforta quanto à sobrevivência do Espírito depois da morte física e também o nosso aprimoramento nas questões de aprendizado de novos paradigmas no nosso contexto de religiosidade.

É difícil aceitar que será através do julgamento das nossas próprias ações que a Justiça Divina nos mostrará o Céu ou o Inferno que alimentamos ante as várias reencarnações sucessivas.

Deus não será mais visto como um Pai vingativo que castiga sempre Seus filhos. Não. Ele é imparcial a tudo que fizermos, pois que nós mesmos é que responderemos sobre nossas transgressões das Leis que nos governa.

Continuando com suas palavras de conforto o padre Hipólito, tentava ajuizar o pensamento de Domênico;

A Igreja que nos reunia, no círculo carnal, é santa em seus fundamentos. (…) Nós é que fomos maus servos desviando-lhe os princípios básicos para a satisfação de instintos dominadores”

Essa citação vem a calhar muito bem até mesmos para os confrades espíritas.

E, pelo visto aqui, iremos, sim, responder pelos desvios causados pelos nossos instintos incontroláveis.

Concorda comigo, Leitor Amigo? Cap. 7b

Aécio Emmanuel César

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