Correto: Deus o/a abençoe. O verbo “abençoar” exige, neste caso, a regência direta, sem preposição; entretanto, em linguagem coloquial do dia a dia poderemos, também, dizer: “Deus  te abençoe“.

Explicação: é incorreto, portanto, quer na linguagem formal ou informal, expressarmos este tratamento nesta forma indireta: “Deus  ‘lhe’ abençoe”, pois o pronome oblíquo “lhe” exerce, sempre, a função de complemento indireto dos verbos. Vejamos, na prática, sua aplicação em alguns verbos:

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Exemplos: – ele lhe deu um bom apoio (em vez de: ele deu um bom apoio “para você”);

– agradeço-lhes, de coração, o belo presente (em vez de: agradeço “a eles/elas”, de coração, o belo presente);

– os bons pensamentos reanimaram-lhe o ânimo  (em vez de: os bons pensamentos reanimaram o ânimo “dele/a”).

Nota: entretanto, quando rogamos a Deus em favor de outra pessoa, neste outro caso, sim, poderemos conjugar o verbo “abençoar”, na regência indireta, utilizando o pronome oblíquo “lhe”.

Exemplo: que Deus lhe abençoe e toda sua família.

Antonio Nazareno Favarin Antonio Nazareno Favarin
Professor de Português, Revisor de livros de São José dos Campos-SP.

 

2 Comentários

  • Obrigado, caro primo Albino, pelos cumprimentos e incentivos.
    Um grande abraço.

    Antonio N. Favarin

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